Outras ameaças à vista: cryptojacking

Outras ameaças à vista: cryptojacking

Embora menos agressivo que o ransomware, esse é um tipo de ataque que também chega aos computadores organizacionais ou pessoais por meio de phishing. 

O objetivo dessa forma recente de malware é se ocultar em dispositivos (móveis ou físicos) para roubar recursos do aparelho infectado, a fim de minerar moedas online valiosas, como Bitcoin, sem gastar com equipamento para isso.

Diferentemente de outras ameaças, essa é uma das que permanece oculta por mais tempo, de forma quase imperceptível, tornando imensurável o custo da invasão. 

Entretanto existem alguns sinais de infecção: computador mais lento, que usa a ventoinha mais do que o normal e uma conta de energia mais alta.

Essa é uma das tendências da cibersegurança em 2022 uma vez que que criptomoedas também encontram-se valorizadas no mercado. 

De acordo com a SonicWall, houve um aumento de 21% no cryptojacking no terceiro trimestre de 2021, além de uma elevação de 461% em toda a Europa.

Mas não é só!

A Inteligência Artificial vem sendo utilizada para sofisticação de crimes:

O deepfake, técnica de síntese de imagens ou sons humanos baseada em leituras de inteligência artificial, já é bastante conhecido no mundo dos memes, comédias e de sátira política. 

Provavelmente você já viu algum vídeo com o rosto e vozes de personalidades conhecidas dizendo algo que claramente não teriam dito na vida offline. 

A tendência de cibersegurança de 2022 relacionada a esse assunto aborda a preocupação com a utilização dessa ferramenta para a prática de crimes que visem burlar acessos biométricos, por exemplo.

Alguns riscos esperados com essa ferramenta: 

  • Uso de deepfake para burlar acessos de biometria 
  • Uso das vozes dos CEOs das empresas para solicitar ordem de transferências financeira ou de dados aos funcionários (que não percebem se tratar de uma voz falsa) 
  • Uso de imagens falsas para criação de roteiros embaraçosos com o objetivo de chantagear quem estiver no conteúdo audiovisual. 

Segundo dados da startup Deeptrace, essas peças, as deepfake, cresceram 330% de outubro de 2019 a junho de 2020. 

Portanto, é um assunto para se estar atento! 

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